A hipertrofia é o aumento de um tecido ou órgão do corpo, em resposta ao ambiente em que se vive. A hipertrofia pode ser adquirida de duas formas: Fisiológica e Patológica.
- Fisiológica ( Musculação ): quando se faz com que o crescimento muscular em questão, seja natural do corpo, é como quando as células musculares se multiplicam devido a seu uso constante em exercícios com maior resistência;
- Patológica ( Doença ): provocado por uma doença. Um exemplo comum é quando os testículos de um homem aumentam devido a um descontrole hormonal;
Exatamente por depender de um estímulo que faça com que haja o crescimento, a hipertrofia é temporária, e as células ou órgãos voltarão ao tamanho normal caso não haja mais estímulo. Um exemplo claro: uma pessoa que trabalhe carregando peso terá o braço bem definido, mesmo que nunca tenha feito musculação; por outro lado, se essa pessoa sofrer um acidente e ficar com seu braço imobilizado por alguns meses, notará que o mesmo irá emagrecer devido à atrofia muscular, ou seja, a diminuição da massa muscular por conta da falta de uso. O tempo que demorará para isso ocorrer fará com que ela possa ser classificada como crônica (quando mesmo após um certo tempo de sem o estímulo, o tamanho continua aumentado) ou não (quando o retorno ao tamanho original é praticamente imediato).
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| Hipertrofia x Anabolizantes |
A hipertrofia muscular, que é a que faz com que tenhamos músculos bem definidos, é um dos muitos tipos de hipertrofia existentes. Ela ocorre devido ao uso de uma determinada musculatura. Explicando o processo de forma simples: quando se usa um determinado músculo acima do que seria seu normal, o tecido sofre pequenos rompimentos, e novas células são criadas para entrar no lugar das que se romperam. Assim, se alguém tem interesse em ficar musculoso, precisa fazer exercícios específicos para isso, e os mais recomendados são os de musculação, particularmente os treinamentos contra-resistido. Não existe, porém, uma receita sobre quais atividades fazer e em qual quantidade: cada pessoa terá seu treinamento específico, que deve ser desenvolvido e supervisionado por um profissional competente. Mas não basta fazer apenas exercícios: também é preciso comer. Especialistas recomendam a ingestão de carboidratos – massas, por exemplo – após a prática de exercícios.

