Os melhores cursos estão aqui. E saiba mais, você pode ganhar dinheiro anunciando nossos cursos.

Mostrando postagens com marcador exercícios físicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador exercícios físicos. Mostrar todas as postagens

23/12/2010

Gastos Calóricos

Nestes espaço vamos colocar vários exercícios com seus respectivos consumo de energia ou gastos de calorias, vamos dividir em atividades esportivas para os que tem tempo disponível e para os ocupados que sempre reclamam de não Ter tempo para cuidar do corpo.

Atividades não esportivas, calorias consumidas em 1 hora de atividade

Dormir 65 Calorias

Descansar deitado 77 Calorias

Descansar sentado 100 Calorias

Comer 105 Calorias

Jogar Baralho 105 Calorias

Tricotar 110 Calorias

Datilografar 115 Calorias

Trabalhar em pé 115 Calorias

Passar Roupa 140 Calorias

Tocar instrumentos 180 Calorias

Cozinhar 190 Calorias

Andar Devagar 200 Calorias

Dançar Lento 220 Calorias

Dar aula 220 Calorias

Trabalho de escritório 230 Calorias

Limpar a casa 260 Calorias

Pedreiro 440 Calorias

Trabalho no campo 500 Calorias

Relação Sexual 700 Calorias

Subir escadas 1.100 Calorias

Cortar Lenha 1.200 Calorias

Pelo quadro pode falar que a pessoa pode muito bem emagrecer sem estar em uma academia, mas sim deixar de usar o elevador e começar a subir as escadas, deixar o carro na garagem e ir para um lugar que esteja perto à pé, com isso você sentirá melhor e emagrecerá sem sacrifício.

Agora as atividades esportivas para os amantes do esporte.

Atividades Esportivas, calorias Consumidas em 1 hora de atividade

Bicicleta ergomêtrica 250 Calorias

Passear de bicicleta 300 Calorias

Tênis de mesa 310 Calorias

Caminhada 320 Calorias

Ciclismo 490 Calorias

Esgrima 500 Calorias

Tênis 500 Calorias

Halterofilismo 500 Calorias

Vôlei 500 Calorias

Esqui 510 Calorias

Corrida (8Km/h) 530 Calorias

Handebol 530 Calorias

Balé 550 Calorias

Basquetebol 600 Calorias

Remo 600 Calorias

Pólo aquático 620 Calorias

Rúgbi 630 Calorias

Futebol 660 Calorias

Natação (crowl/peito) 660 Calorias

Squash 720 Calorias

Ciclismo (corrida) 730 Calorias

Circuit-training 750 Calorias

Judô 800 Calorias

Boxe 800 Calorias

Corrida (12Km/h) 900 Calorias


Obs: Fonte de pesquisa Folha de São Paulo, caderno de Cotidiano, estas informações são apenas de valor informativo não há nenhum vínculo lucrativo.

Diabetes

Também chamada de diabetes mellitus, é uma doença causada por uma disfunção do pâncreas, que deixa de produzir insulina - o hormônio que controla a entrada de glicose nas células e o seu nível no sangue - ou a produz com deficiência ou em menor volume. Como conseqüência, o organismo apresenta quantidade menor de glicose nas células e maior circulando no sangue. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7,6% da população mundial adulta sofre de diabete. Nos grandes centros, como São Paulo, o índice chega a 9,6%. Causas - Há vários tipos de diabete. As mais comuns são a diabete tipo 1 e a tipo 2. Na tipo 1 ou juvenil, que afeta pacientes que têm em média menos de 30 anos e representa 15% dos diabéticos, é o próprio organismo que produz substâncias que destroem progressivamente as células do pâncreas. Na tipo 2, a insulina é produzida pelas células do pâncreas com deficiência. Transmitida geneticamente, ocorre em cerca de 80% dos casos e manifesta-se após os 40 anos. Entre os outros tipos da doença estão a que ocorre durante a gravidez (diabete gravídica), a decorrente da velhice (diabete senil) e a adquirida por lesões no pâncreas causadas por alcoolismo ou tumores. Sintomas - Na diabete tipo 1, os sintomas são sede excessiva, aumento da freqüência e da quantidade de urina, infecções urinárias e de pele, emagrecimento e problemas com a visão. A sua manifestação é rápida e repentina. Na diabete tipo 2 os sintomas são imperceptíveis no início. Isso permite a evolução da doença, que pode levar até sete anos para se manifestar. Quando diagnosticada, já em estágio avançado, seus sintomas são os mesmos da diabete tipo 1. Tratamento - Os diferentes tipos de diabete podem ser controlados com o uso de medicamentos e com dietas e exercícios físicos. Para quem tem a diabete tipo 1, as injeções diárias de insulina são fundamentais, além do controle rígido de glicose no sangue e na urina. Para os pacientes que têm a diabete tipo 2, é essencial o tratamento a base de comprimidos para tentar normalizar a glicemia (taxa de açúcar no sangue), pela estimulação da produção de insulina no pâncreas. Nos períodos de descompensação, são necessárias injeções de insulina. Uma dieta sem açúcar é imprescindível no controle de qualquer diabete, já que o açúcar comum e os amidos (carboidratos) ingeridos transformam-se em glicose no organismo. Os exercícios físicos também são importantes, pois o aumento do trabalho muscular consome a glicose mais rapidamente, além de contribuir para melhores condições cardiocirculatórias. As perspectivas e os avanços do tratamento compreendem as "insulinas humanas" - análogos sintéticos produzidos pela engenharia genética -, o transplante duplo de rim e pâncreas e a acarbose, uma substância que bloqueia a absorção do açúcar no intestino, melhorando o controle glicêmico. Estão em estudo outras drogas (hipoglicemiantes) para ativar os receptores de insulina. A vantagem é que poderão ser ingeridas por via oral, em substituição às injeções. Já os transplantes de células produtoras de insulina ainda enfrentam problemas técnicos e de rejeição imunológica por parte do receptor. Conseqüências - As complicações da doença podem ser classificadas em agudas e crônicas. As agudas, que podem ocorrer a qualquer momento, são a hiperglicemia (alta da glicose no sangue), que pode levar ao coma diabético, e a hipoglicemia (baixa de glicose no sangue devido ao uso inadequado da medicação), que pode causar calafrios, fome, irritabilidade, tontura e até convulsões. As complicações crônicas são aquelas que aparecem tardiamente e devido a um controle glicêmico insuficiente. As mais comuns são a cegueira - a diabete é hoje a primeira causa de cegueira no mundo -; o comprometimento de pequenos vasos sanguíneos, o que pode causar arteriosclerose precoce e levar a enfartes do miocárdio e tromboses cerebrais; os problemas de circulação sanguínea , que podem levar, nos casos extremos, à amputação do membro. Outras, menos comuns, são: impotência sexual; alteração da pressão arterial e insuficiência renal.